quinta-feira, 7 de abril de 2011

A origem dos aneis.

Anel obsidiana roxa, Pura Joia!


O anel faz parte da história do homem mesmo antes do nascimento de Cristo. Uma das primeiras referências que se tem deste adorno, hoje em dia tão popular, foi feita por Aristóteles, no ano de 350 a.C. O filósofo grego mencionou a existência  de um oráculo que usava o tilintar sincronizado de dois anéis presos a fios, indicando o momento propício a uma determinada ação. Aristóletes, também,  mencionou o fato dos cartagineses oferecerem anis aos seus oficiais a cada vitória alcançada, reforçando aí a imagem  de nobreza que cerca o Anel desde os tempos mais antigos.

Tanto gregos, quanto romanos só permitiam o uso de aneis por pessoas ilustres. O material usado na confecção de aneis, nessa época, era o ferro. Não podemos deixar de lembrar, também, o legendário anel do Rei Salomão: ele tinha uma estrela de seis pontas que, acreditava-se, tinha o poder de afastar todo o mal. Uma grande honra seria receber um anel de um príncipe ou soberano.

O aneis estão presentes, inclusive, na Igreja católica. Cada Papa tem seu próprio anel , chamado de o "anel do pescador", por ter a imagem de São Pedro nele esculpida. Quando um Papa morre, este anel é quebrado para que nuca mais seja usado por outro Papa.

Do esoterismo ao ocultismo, os aneis começaram a ter papel muito importante, especialmente depois que se passou a utilizar pedras preciosas nas composições dos aneis. No esoterismo, as pedras teriam a capacidade de proteger, curar e, também, servir como amuletos. Quando da morte de seu dono, o anel era retirado para que a alma se desligasse mais facilmente do mundo material. 

Já no ocultismo, existe até literatura contendo receitas de como criar os mais variados aneis que poderiam gerar poderes ocultos. Aneis quebrados significam promessas rompidas e a perda de um anel seria o prenúncio de uma desgraça.

Os aneis tiveram, ainda, papel muito importante na história do homem. O anel de sinete foi instrumento muito usado na autenticação de documentos importantes e também reivindicar propriedades. Esses aneis possuíam brasões que remetiam à honra, fidelidade, coragem , etc., e normalmente eram herdados.

Anel de Sinete


No século IX, a Igreja passou a adotar alianças como símbolo de fidelidade entre marido e mulher. Mas, muito antes, ainda na época dos gregos e romanos, as alianças já eram usadas, costume tirado da cultura hindu. Os romanos acreditavam que pelo quarto dedo da mão esquerda, passava uma veia que estava ligada diretamente ao coração e por esse motivo este dedo foi o escolhido. 

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